À espera da decisão do MCTI, o consórcio ‘100 Startups’, formado por diversas empresas, entre elas, a Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e o Núcleo Softex de Campinas, diz que o grande senão hoje na área é o medo do investidor de apostar em quem está, de fato, começando. “O capital de risco está indo para empresas que já têm receita”, diz Alexandre Neves, presidente da IVP.

O mercado B2B – voltado para aplicações corporativas – é o grande alvo do consórcio – que entregou sua proposta ao programa Startup Brasil. O núcleo Softex que está na iniciativa é exclusivamente o de Campinas, que já tem uma atuação à parte da Softex Nacional. Participam ainda da iniciativa, universidades como Facamp, Unicamp e PUC/Campinas.
 
“O nosso grande desafio é que há ótimos projetos em São Paulo e Campinas é do Estado. Mas temos tradição e conhecimento para empreender”, diz Neves, ao falar sobre as chances de ser uma das seis aceleradoras escolhidas pelo ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Neves, que não quis adiantar detalhes do projeto entregue ao MCTI, garante que o empreendedorismo não padece dos males da TI: falta de infraestrutura e de mão-de-obra qualiicada.
 
“Esses são pontos que não nos atinge hoje. Há pessoas interessadas, há capacidade – as ofertas em nuvem se multiplicam. O que entrava é a falta de dinheiro. O investidor que está aqui está indo no seguro. Não está apostando no risco. Isso impede que muita gente cresça e apareça”, pondera Neves. A disputa de uma vaga com titãs como Telefônica, com a Wayra, e a Microsoft, no consórcio ‘Acelera Rio’, não assusta. “O Governo quer diversificar e apostar no empreendedorismo. Vai ser análise de projeto”, completa.

Fonte: Convergência Digital 


Serviços
Comentário(s)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Powered by SuaInternet.COM


Serviços

Atendimento OnLine
Enviar...