Com suporte a resolução Full HD, Apple TV põe no televisor vídeos diretamente da web

Ao mesmo tempo em que a Apple lançou o novo iPad (também conhecido como iPad 3), em março de 2012, a companhia também divulgou uma atualização de sua Apple TV, aparelho que leva ao televisor conteúdo por streaming e via internet. (Ele tem algumas alterações quando comparado ao antigo equipamento e custa, no Brasil, cerca de R$ 400).

Ele não é, exatamente, o aparelho que todos esperavam – havia rumores que a Apple lançaria um televisor, de fato. Trata-se de uma pequena atualização sobre o modelo antigo, trazendo, sob o mesmo formato quadrado, um processador mais veloz e o menu um pouco mais intuitivo.
A maior mudança é a capacidade que o aparelho possui, agora, de rodar filmes em full HD com resolução 1080p – o modelo anterior, lançado nos Estados Unidos, só tinha capacidade até 720p (basicamente dentro do formato de tudo o que a iTunes Store oferece).
Isso significa que a Apple terá que atualizar o catálogo da loja do iTunes para filmes e vídeo em 1080p (quase tudo o que é lançamento já está neste formato, pelo que percebemos).
Assim como é possível comprar e alugar filmes por meio da Apple TV, ela ainda oferece outras duas coisas dignas de nota. A primeira é trabalhar como um browser, selecionando conteúdo da internet (em sites e serviços como YouTube, Vimeo, Netflix, além de ter compatibilidade com iCloud e podcasts). A segunda é o sistema AirPlay, que recebe conteúdos por streaming de computadores Mac e PC ou de dispositivos com iOS (iPad, iPhone) e os transmite diretamente na TV.
É importante também citar o que o aparelho não pode fazer – não é possível utilizá-lo para assistir a canais abertos de televisão, ele não é um sintonizador de emissoras. Outra não possibilidade da Apple TV é navegar sem restrições pela internet, seja visitando sites ou acessando e-mails (da forma como pode-se fazer em um smartphone ou notebook).
Na Caixa
A Apple TV avaliada pelo TechRadar consistia em uma caixa pequena com 9,8×2,3×9,8 (largura x altura x profundidade, em centímetros) e 270 g. O equipamento é acompanhado de um controle remoto e pouca coisa mais.
Ela possui, exatamente, os mesmos conectores externos que o antigo aparelho. Em resumo, uma entrada para internet, uma para áudio, uma para HDMI, e um suporte à TV. (A caixa conta ainda com uma entrada micro USB, sem serventia para usuários domésticos. A Apple utiliza a conexão para diagnosticar possíveis problemas).
O processador da Apple TV recebeu um upgrade. Agora, trata-se do A5, que lida bem melhor com filmes em HD com 1080p. Por dentro, há ainda uma placa com suporte a wi-fi e a bluetooth (esse último protocolo não é aceito pela Apple TV, devendo ser validado em alguma próxima atualização).
O controle remoto utiliza infravermelho para se comunicar com a base, o que requer que o usuário mire precisamente na direção do gadget. O padrão bluetooth, mais uma vez, seria melhor nesse caso. 
É possível perceber que isso é um problema quando se tenta acessar sites que seriam bastante interessantes para a Apple TV, como o BBC iPlayer, e dá com os burros n´água. (É possível usufruir desse serviço a partir do seu iPhone, iPod touch ou iPad. Então, você teria que usar o AirPlay para conseguir rodá-lo em sua Apple TV).
E já que estamos falando de impossibilidades do aparelho, vale lembrar que não há aplicativos que possam ser baixados nele. De fato, a Apple TV não foi concebida para fazer tudo – deve-se adequar ao que ela oferece e se dar por satisfeito.

Fonte: TechRadar


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