🔆 A viabilidade e eficiência da Energia Solar Fotovoltaica para o equipamento público de iluminação

A energia do sol que atinge a superfície terrestre é de aproximadamente 120 petawatts (PW), que é muitas vezes
maior do que o atual consumo de energia da humanidade. Segundo Rüther (2004), tal fonte abundante levaria aproximadamente 12 minutos para que se incidisse sobre a Terra, em uma quantidade de energia solar equivalente à demanda energética mundial anual. Logo, demonstra a importância do aproveitamento da tecnologia fotovoltaica para aproveitamento do recurso solar na geração de eletricidade no Brasil. A energia fotovoltaica (foto = luz; voltaica = tensão ou eletricidade) é gerada através da conversão de radiação solar em eletricidade usando semicondutores em um circuito de corrente contínua, processo, que acontece nas células fotovoltaicas, chamado de efeito fotovoltaico. As células fotovoltaicas são criadas a partir de materiais especiais, como silício (ou outro material semicondutor) misturado a outros elementos que, quando expostos à luz solar produzirão a corrente elétrica. A união dessas células se chama módulo ou painel fotovoltaico. Estes painéis proporcionam corrente elétrica contínua, a qual pode ser armazenada em baterias e/ou transformada em corrente alternada através de um aparelho chamado inversor. Deste modo, a corrente elétrica produzida pelo sistema fotovoltaico pode ser injetada na rede elétrica e consumida por seus usuários.

A geração de energia solar fotovoltaica reduz o gasto com energia elétrica convencional e a emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono e o metano. O processo de produção da energia fotovoltaica não é poluente e os componentes utilizados em suas placas são resistentes às adversidades atmosféricas, demandando pouca manutenção.

De acordo com Empresa de Pesquisa Energética – EPE (2017), a energia hidrelétrica permanece ainda como o recurso energético mais utilizado no Brasil (Fig. 1). A obtenção dessa energia é feita através do aproveitamento do potencial hidráulico de um rio. Com isso, torna-se indispensável, a construção de usinas em rios volumosos e que possuam desníveis no seu curso. Essas usinas são construídas em locais distantes dos grandes centros urbanos, o que acarreta no custo elevado para transmitir a energia gerada até esses centros.

Assim como a energia fotovoltaica, a energia hidrelétrica dispõe também de um investimento inicial alto e é considerada como energia renovável por ter como fonte de produção um recurso natural, a água. Porém, a geração de energia hidrelétrica provoca maiores e significantes impactos socioambientais. Diversos problemas são consequências da instalação de usinas hidrelétricas, como destruição de extensas áreas de vegetação natural, desabamento das margens, matas ciliares, assoreamento do leito dos rios, mudanças nos percursos dos rios, danos à flora, realocação das populações ribeirinhas e extinção de animais nativos, além da possibilidade de transmissão de doenças. Além dos fatores ambientais impactantes para a instalação das usinas hidrelétricas, há também a dependência que elas possuem dos ciclos de recursos naturais, como por exemplo, as ações previstas em períodos de seca como racionamento ou complementação de energia por usinas termelétricas, que mesmo quando pouco utilizadas, possuem fortes consequências negativas.

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